Sarau- Renê Paulauskas
Dispersos olhares gazosos. Obliquos, ligeiros, individuais. Até acender a fogueira. Focados no som, envolta o silêncio. Filhos, querendo peitos e leite etílico. Ares gazosos, de fumo e de cores. Mas no quarto ao lado, dorme uma criança morta.
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